How long has it been?

Acabei de ler um texto, e por uns segundos pensei que tivesse sido escrito por mim, para ti. Mas não foi. Eu percebi aí que já faz um tempo desde a última vez que eu te escrevi (e que para variar, você não leu). E eu preciso te dizer algumas coisas. Sim, mesmo que você não leia.

Não é uma despedida, mas o que eu sinto ao escrever esse texto é diferente do que eu senti ao escrever o penúltimo, e todos os outros que o antecederam. Eu sempre soube que o tempo nos afastaria. Não a distância, não os fucking 6 mil km, que eu cheguei a pesquisar alguma vez no Google. O tempo nos mudou. E tá tudo bem.

Há umas duas semanas eu comprei minha passagem. Desde que voltei, esse foi o meu maior desejo. Sonhava com o dia em que compraria essa maldita passagem. Você não sabe, mas todas as vezes que eu tinha insônia, ou que eu ficava aflita, eu deitava, fechava os olhos e me imaginava voltando para ti. Que tolice! Mas o tempo passou, as coisas mudaram. Eu comprei minha passagem e não me imaginei voltando para você.

Ainda tenho guardado aquele globo de neve, ainda tenho seu desenho na minha agenda, com a data de um de nossos poucos encontros. Essas são as únicas recordações físicas que tenho de ti, além de prints de conversa de quando a gente só estava distante fisicamente.

Mas ei, esse não é mais um daqueles milhares de textos dramáticos que te escrevi desde que voltei. Eu só preciso te dizer que as coisas mudaram sim. Hoje eu percebo o quanto a gente não deu certo, nem quando eu estava aí. O quão inocentes fomos em achar que nada mudaria, que depois de um tempo nos reencontraríamos e tudo voltaria ao normal.

Apesar de tudo, fico feliz por seguirmos em frente. Jamais quis ser um peso na tua vida, e nem que você fosse na minha. O que tivemos me marcou e vai sempre ficar guardado, como o globo de neve e o seu desenho, que com o tempo já está desaparecendo, mas eu sei que um dia esteve lá.

Hoje eu só queria te agradecer por ter despertado sentimentos, desejos, sonhos. Por ter me apoiado, me colocado pra frente, mesmo que isso me empurrasse pra longe de ti.

Eu aprendi, da pior forma, o que era reciprocidade, e o quão ela é importante em uma relação. Esses tempos eu me apaixonei. Você não deve saber e eu não preciso te contar, mas voltei a sentir aquele frio na barriga que eu sentia ao ir te ver, mas é tão maior que eu não sei descrever. É recíproco, ou pelo menos aparenta ser. É leve, me faz um bem que a nossa relação não me fez. E assim eu percebi tanta coisa que queria ter percebido há dois anos.

Lembrando que isso não é uma despedida. Você cruzou o meu caminho e espero que a gente se esbarre por aí. Ainda podemos ir ao Mc Donald's para você me pagar um sorvete e me contar sobre a vida, sobre as portuguesas, sobre o quanto você está trabalhando e como seu sobrinho está enorme.

Nada disso faz sentido, mas você sabe que eu nunca fiz sentido algum.

Eu só quero te desejar, no final, que você viva. VIVA! Sai desse mundinho fechado, para de trabalhar tanto, vai viver! Vai conhecer o mundo, novas pessoas, beijar, abraçar, viver! Se entrega, por favor, é o que eu te peço. Para de não se entregar a vida. Larga esse medo, mergulha, se aprofunda em algo, em alguém. A vida é curta, e você já é bem velho para ficar nas beiradas (rs).

Eu amo você. Não da forma que imaginei, mas a gente comete umas falhas de interpretações, não é? No final, sou grata por ter te conhecido. Obrigada!







Miga, seje menas!


Achei esse texto perdido entre as anotações. Agora já não faz tanto sentido, mas eu sempre gostei de guardar sentimentos, mesmo que eles sejam passado.

Depois de passar pelo processo de negação, eu sempre me vejo aqui. Escrevendo sobre algo que, sim, me machuca, ou de alguma forma me machucou. É importante pra mim, sabe? Não sei se você consegue me entender. Eu preciso externar isso, para que desapareça. Só que é difícil. Nem sempre eu quero que sentimentos sumam. Mas chega um momento em que já deu, vamos seguir em frente. Mas eu preciso te contar umas coisas antes, mesmo que você nunca vá ler. Peço desculpas pelo drama. Eu sou assim. Você sabia, ou deveria saber.


Eu não gostei de você de cara. Eu falei tudo errado, porque simplesmente não estava pensando no que seria "certo" falar,

Nós saímos. E meu Deus, bateu, sabe? Suas conversas, a sua maneira de me ouvir, suas histórias. Poderia ficar horas te ouvindo. Que tolice! Eu acredito muito em energias, e eu senti uma energia muito boa vindo de ti. Ainda sinto, só pra constar. Você é uma pessoa muito boa, dá para sentir. Saímos uma, duas, três, várias vezes. Você topando as furadas que eu te chamava, desculpa. Mas eu me divertia contigo, de verdade. Até aí tava tudo ok. Eu curtia sua companhia e era assim, só isso.

Até que você começou a insistir que eu era muito distante, que eu não me importava com nada. Isso me irritava. Eu estava curtindo sair contigo, calma lá. Sem pressão. E você insistia. E eu querendo te falar "relaxa, isso tá mudando". Mesmo com meus dois pés atrás, você tava me desdobrando. Ou eu achei que estivesse. 

Mas você não queria que mudasse, né? Só que a impressão que eu tive era que sim, você queria que eu me importasse mais. Assim, fui ganhando "coragem" para pisar em um terreno "desconhecido". 

Você não me conhece, mas eu costumo demorar um pouco a me entregar. Não estou falando em paixão, é mais confiança. Eu sentia que podia, sabe? A cada vez que você me cobrava. Hoje eu percebo que era brincadeira, mas antes eu não via isso. Eu realmente achava que você pensava que eu "não tava nem aí". Quando eu tava claramente "aí" sim, na tua.

Eu fui criando expectativas (pelas quais eu não te culpo, isso é coisa minha), e você, mesmo sem querer, alimentando-as. Até que eu me vi perdida. Eu estava ok com a casualidade disso tudo. Até porque, quem me conhece sabe bem, não procuro nada além disso. Mas eu quis saber, te fiz um questionamento. Afinal, que mal tem em perguntar? 

Você mudou completamente. E eu queria te falar que, relaxa, eu só estava indo sair com outras pessoas. Conhecer outras histórias, outros sabores. Mas achei que era certo te perguntar se você estava fazendo o mesmo, afinal, você me cobrava tanta coisa que isso me deixava um pouco confusa. E eu me sentia bem à vontade quanto a questionar algo de ti.

Isso te assustou, e se você lesse isso, provavelmente ia me falar que não (ou não dar a mínima, o que seria escroto, convenhamos. Mas você já disse que é assim às vezes). Mas sim, você mudou depois disso. Isso me fez lançar vários questionamentos sobre o quanto as pessoas se ASSUSTAM com a menor possibilidade de cobrança. Não estou julgando. Eu também sou assim. E isso me fez cair um pouco na real. A cobrança às vezes é coisa da nossa cabeça.

Depois desses dias, eu pensei "foda-se, não é a esse tipo de cara que eu quero me apegar". E não me leve a mal. Você é um tipo de pessoa que eu gostaria de ter por perto, que eu teria como companhia para alguma aventura, que eu dividiria outras coisas. Você sabe! Mas não é o tipo de cara estável que eu me entregaria. Você deve esta aliviado por isso. E é justamente por esse alívio que eu deixei pra lá.

Apaguei seu número, em uma tentativa não muito madura de não puxar assunto. Afinal, nos falávamos todos os dias, lembra? Não é louco como as coisas mudam? Como os interesses se alteram?

Te encontrei depois disso, com um receio enorme de me ver apaixonada por ti. Sim, surgiu a dúvida. Foi muito bom te ver e perceber que não, eu não estava. Eu gostava sim de tudo que passávamos juntos, inclusive gosto ainda, mas é isso. Você é uma pessoa incrível, e é isso. Foi reconfortante chegar a essa conclusão. Mas ao mesmo tempo eu percebi o quanto as coisas mudaram. Como somos instáveis, não é?

Na real, eu percebo isso hoje. E toda essa situação me fez refletir muito sobre mim, sobre o meu medo de apego, sobre como eu fujo das pessoas que parecem minimamente gostar de mim. Até que ponto vai o desapego? A vontade de ser "livre"?

Eu já estive no "seu lugar". Já fui a pessoa que mudou ao sentir o menor sinal de apego do outro. Já fui a pessoa que mudou DO NADA, que sumiu sem avisar. E hoje eu percebo o quão sem nexo é essa atitude. Em um dia você está lá, falando por horas, marcando de sair, falando que ta com saudade, cobrando importância. Ei, se importa mais. Ei, você não liga pra mim. Ei, você não sente a minha falta. Ei... você se importa comigo agora, mas desculpa, eu não me importo com você.


E hoje, um tempo depois de ter escrito isso, eu só consigo pensar: Samara, querida Sami, seje menas! Goste menos! Se apegue menos! Ou não, seja assim mesmo. Sempre mais. Acho que tá pouco de intensidade, põe mais!
Hoje é dia 4 de setembro. Há dois anos, era uma quinta. Eu te conheci quatro dias depois, na segunda. Era a minha primeira semana em um lugar novo. Não conhecia quase ninguém. Foi a primeira vez que fui a uma festa naquela cidade.
Rodei Porto inteiro para chegar até lá. Era excitante não conhecer ninguém. Eu tinha a sensação de que ia conhecer o mundo. Eu te conheci.
Lembro que te vi no começo daquela noite, mas não olhei pra você. No final, enquanto dançavamos, te peguei cantando uma música brasileira. Pensei em como você sabia cantar essa música. Eu te vi, sabe? Não senti nada diferente, mas te achei tão lindo, cara.
Seu amigo pegou meu Facebook, porque você não teve coragem. No outro dia, la estava tu me adicionando. Conversamos.
No sábado, nos encontramos em outra festa. Dia 13 de setembro.
Odeio ter uma memória absurdamente boa. Odeio me lembrar de todos os detalhes. Do seu jeito, sem jeito, de tentar se aproximar. Dos seus beijos no canto da minha boca. Do quanto eu tive que te beijar, porque você era lerdo demais. Das nossas mãos entrelaçadas.
Odeio me lembrar do momento exato em que eu senti que, porra, tinha me fodido.
Eu ainda tenho o teu desenho, ainda lembro de como você escreveu nossos nomes naquele restaurante. Lembro da felicidade que sentia te vendo, me esperando lá na estação de metrô. Em como era bom te abraçar, depois de rodar a cidade pra ir te ver. Lembro da sensação de deitar em teu peito e sentir, sabe? Sentir.
Lembro de te esperar. E como eu te esperei. Te esperei por dias, por meses.
Te juro que pensei que te esqueceria. Dois anos se passaram. E eu ainda me pego lembrando de tudo.
É um passado bom de lembrar, apesar de tudo. E eu te agradeço imensamente por ter revivido uma parte que estava parada em mim.
Obrigada por todas as nossas noites, nossos encontros, nossas estradas. Obrigada pelos sorrisos mais verdadeiros que eu pude dar. Obrigada por me acalentar, mesmo com temperaturas negativas. Obrigada pelas dores, pelos amores. Obrigada por segurar a minha mão.

Eu sinto tanto.
Tanto.

Show do Tiago Iorc em Fortaleza - abril de 2016

Show do Tiago Iorc em Fortaleza em 2016

     Ontem, dia 24 de abril de 2016, aconteceu o show do Tiago Iorc (vulgo mozão) aqui em Fortaleza. Fui com duas amigas (aka Mari e Jords) e ainda conheci o Júnior na fila, que acabou vendo o show com a gente.
     O show estava previsto para começar às 6 da tarde, mas como tínhamos comprado Meet and greet, entraríamos meia-hora antes. Cinco da tarde já estávamos na fila, e qual não foi a nossa surpresa ao nos depararmos com... o Tiago Iorc. Ele apareceu na nossa frente, só pra dar um "oizinho" pra galera que tava na fila. Um fofo! Já morri de amor só pelo carinho com o público.

Show do Tiago Iorc em Fortaleza - 24 de maio de 2016

     Umas 18:20 começou o show. E QUE SHOW! Tava com a expectativa lá em cima, e ainda conseguiu ser melhor do que eu imaginava. Pena que foi tão curtinho. Aí está o único problema que encontrei: só dura uma hora e uns 10 minutos. Achei curto demais, mas vale super a pena mesmo assim.
     Não tem como não morrer de amores quando ele começa a cantar "My Girl", mas me encantei mesmo foi quando ele cantou "Cataflor", que é uma das minhas preferidas! <3
     Foi o meu primeiro show do Iorc e ele não decepciona em nada. A voz é perfeita e ele interage muito com o público. Um fofo sim! Quis trazer pra casa sim! Abaixo tem algumas fotos que fiz pra dar um gostinho do que foi essa noite:

Show do Tiago Iorc em Fortaleza - 24 de maio de 2016

Show do Tiago Iorc em Fortaleza - 24 de maio de 2016

Show do Tiago Iorc em Fortaleza - 24 de maio de 2016






show do Tiago Iorc em Fortaleza em 2016

E pra quem ficou na vontade, gravei alguns vídeos e coloquei no Youtube. Quem quiser ver: é só clicar aqui.

Até a próxima Iorc. <3

Como fazer o meu blog aparecer no Google?

Como fazer o meu blog aparecer no Google?
    Muitas das visitas recebidas pelo blog são provenientes do Google, certo? Mas como conseguir aparecer nessa ferramenta e ser melhor encontrado? É sobre isso que vou falar nesse post.
     Pra quem não entende muito sobre o assunto, é importante conhecer uma sigla: SEO, que significa Search Engine Optmization. Calma, que você vai entender. O SEO nada mais é do que otimizar seu conteúdo para aparecer nos mecanismos de buscas, como o Google, gerando assim um maior tráfego no seu site, ou blog.

Blog aparecendo na primeira página do Google
Blog aparecendo na primeira página do Google

   Já pensou se ao digitar sobre determinado assunto no Google, o seu site aparecesse entre as primeiras opções? Sim, isso é possível e não é um bicho de sete cabeças quanto parece. Tentarei dar algumas dicas para ter mais visitas no seu blog.

  • Tenha um diferencial:
Pode parecer óbvio, mas criar conteúdos diferenciados é uma boa forma de se destacar. Se você criar posts muito "batidos", e principalmente que blogs maiores já fizeram, provavelmente seu post aparecerá muito longe das primeiras páginas do Google. Já se você criar conteúdos diferentes, que poucas pessoas criaram, fica muito mais fácil ganhar um destaque. A dica é: quando for falar de temas "batidos", tentem uma abordagem diferenciada.

  • Faça uso das palavras-chaves:
É através das palavras-chaves que o Google vai encontrar os assuntos ditos pelo seu blog e colocá-los nos mecanismos de busca. Por exemplo: se eu quiser ganhar um destaque maior por esse post no Google, dentro do próprio post tenho que colocar palavras-chaves relacionadas ao assunto. Como: "blog", "aparecer no Google", "dicas para o seu blog", "visitas no seu blog". Assim, quando as pessoas procurarem assuntos como: "como ganhar visitas com o blog?", "dicas para ter visitas no blog", há uma chance desse post aparecer para elas. As palavras-chaves tem que ser usadas com frequência no post, no título, se possível, nos marcadores, e nas descrições das imagens. Mas não coloquem elas soltas no texto. Contextualize-as!

  • Crie conteúdos relevantes:
De que adianta usar todas as técnicas, se o seu conteúdo não tiver público? Pesquise, descubra o que está em alta. Veja o que seu público-alvo gosta de ler. Aborde os temas de uma forma "sua", única. 

  • Paciência, Gafanhoto!
Não é do dia pra noite que seu blog vai aparecer no Google. Isso requer estudo, frequência e tempo. Tenha calma, faça uso das técnicas de SEO, e espere.

Como eu criei uma empresa aos 21 anos.

     Pra quem me conhece, e principalmente conviveu comigo em 2015, sabe o quanto eu tava angustiada e com milhares de incertezas sobre o meu futuro. Me formei e não conseguia emprego. Fiquei desesperada! Foi uma época muito conturbada, porque eu me enfurnei dentro de casa e chorada descontroladamente do nada, e tudo isso por não saber o que raios eu ia fazer com o meu futuro.
    Lá por volta de agosto, consegui um estágio (sim, mesmo já estando formada). Foi uma experiência incrível pra mim, pois foi onde eu ganhei mais confiança. Só que era um estágio, né? E eu não sentia que era o meu lugar ainda. 
        Por volta de outubro, novembro, nem lembro, tive uma conversa com mais duas amigas minhas que trabalhavam na mesma área que eu, e pensamos POR QUE NÃO? Foi na cara e na coragem que decidimos tentar, afinal, somos novas e a hora de arriscar mesmo correndo o risco de quebrar a cara, é agora, certo?
     Os planos se concretizaram no final de 2015, e dia 4 de janeiro de 2016 surgiu a TRIUP - Comunicação Digital. A Triup é um bebê ainda, mas a cada dia que passa só tenho mais certeza de que vale sim a pena arriscar. E não é que tá dando certo?

Triup - Comunicação Digital


Tá, mas o que vocês fazem? (vamos fingir que alguém quer saber).

Resumidamente: cuidamos da parte digital das empresas. Facebook, Instagram, Google AdWords, Google Analytics, Google Meu Negócio, etc. Montamos a vitrine virtual para as empresas serem encontradas.

Ah, trabalhando por conta própria e pela internet ainda? Aposto que faltam sempre.

Que querida? Vamos todos os dias, pontualmente de 9 às 17, e ainda trabalhamos em alguns fins de semana e feriado. Algo que eu venho percebendo: você trabalha bem mais quando é dono do próprio negócio.

Onde fica a empresa pra eu ir visitar e levar umas comidas de presente?

A Triup fica na Rua Antônio Augusto, 39 - Praia de Iracema - Fortaleza. Podem nos visitar e nos trazer coisas grátis. Aproveita e traz uma cadeira pra sentar, porque ainda não tem pras visitas. Já dizia o grande filósofo: "Todo começo é difícil".

Triup - Comunicação Digital


Tenho uma empresa e quero saber mais sobre os serviços da Triup, como faço?

Migo, só mandar e-mail pra contato@triupcomunicacao.com,br, que a gente responde rapidão. Vamos fazer amizade sincera.

Quero criar uma empresa ou vender umas brusinha, mas não tenho coragem. Como lidar?

Se joga! Pode até ser que você quebre a cara, e o bolso também, mas só vai saber se tentar. A pior coisa, pra mim, é ficar pensando "e se eu tivesse feito tal coisa?". Tenha uma ideia, planeje, e coloque em ação. Quem sabe não dar certo e você se encontra?

Brincadeiras à parte, não há nada mais gratificante do que você acordar cedo pra fazer o que ama. É clichê, é batido, mas do fundo do coração, o que mais me deixa feliz ultimamente é acordar e saber que fiz a escolha certa em abrir mão de algumas coisas pra fazer o que eu sentia que era certo. Não deixe as oportunidades passarem, e se elas não surgirem, crie-as!




Coisas legais que aconteceram em 2015


Sim, por mais bizarro que possa parecer (pelo menos pra mim), 2015 está acabando. Ao mesmo tempo que é inacreditável como esse ano passou rápido, parece que foram 10 anos em 1, do tanto de coisa que aprendi e vivi.

1. Conheci Roma e o Vaticano.

No final de janeiro, viajei para Itália. Sim, teve muita pizza e muito sorvete. Sim, estava uns 5 kgs mais gorda, mas era tanta liberdade, tanta comida boa, tantas risadas, tantos encontros. Vi o Papa de pertinho, andei muito pelas ruas de Roma (me sentindo Lizzie McGuire), provei do melhor gelato de pistache, bebi um pouco demais, andei com duas amigas em ruas super esquisitas atrás de uma festa e quando chegamos ao suposto lugar, voltamos pra casa com medo. Enfim, muitas histórias que vão ficar pra sempre na memória, diferentemente dos quilos que já se foram (obrigada!).


2. Teoricamente conheci a neve, mas no caso era só gelo.

Em algum dia de Janeiro decidimos ir à Serra da Estrela, uma cidade de Portugal que é conhecida por ter: neve. Mas é claro que, sortuda como somos, não nevou no dia que fomos. Tudo que vimos foi: gelo. Mas foi tão divertido, tão amorzinho, que não deixou de ser maravilhoso. Fomos em uma excursão. Visitamos uma Quinta e provamos um queijo maravilhoso. S A U D A D E S. Gente, não deixem de provar o queijo da Serra da Estrela. É muito maravilhoso, juro!


3. Conheci Lisboa.

Passei uns meses em Portugal, mas só no finalzinho do intercâmbio é que conheci a capital. Quem nunca? Fomos à Lisboa logo depois de Roma, então estávamos muito cansada. O clima não ajudou (tava chovendo muito). Fiquei um pouco estressada, mas tudo bem. Confesso que não consegui amar Lisboa. Gostei, achei ok, mas nada demais. Mas logo logo (por favor, Deus!), Lisboa terá uma segunda chance na minha vida.


4. I'm back, bitches!

Confesso: não queria voltar. Chorei, chorei muito, muito mesmo no avião. Doeu deixar aquele lugar e principalmente algumas pessoas pra trás, mas foi uma sensação tão incrível voltar para esse calor infernal do Ceará! É tão bom se sentir em casa, com as pessoas que fazem tudo na tua vida ter sentido. Apesar de sentir que Porto é também meu lugar, é aqui que tá a maioria das pessoas que me fazem bem. Metade de mim pode ter ficado por lá, mas a outra metade ficou bem feliz em voltar. <3



5. Apresentei minha monografia e me formei em publicidade. 

Assim que voltei do intercâmbio, comecei a tão temida monografia. Juro que nunca pensei que conseguiria escrever tanto. Consegui! Tirei um 9,5, se não me engano, e passei! Foi um período bem tenso da vida, mas superei e agora sou publicitária. <3



6. Comecei o inglês.

Sim, finalmente. Depois de muito, muito enrolar, comecei o inglês. Me dá uma preguiça saber que ainda vai demorar muito pra terminar, mas né?! Já perdi oportunidades demais por não ter fluência.

7. Comecei a pós-graduação.

Além de publicitária, sou agora pós-graduanda em Marketing Digital. Bom, meus planos era fazer mestrado em Marketing, mas como nem tudo é como a gente quer... Só que tô adorado a pós e sinto que vai ser muito bom pra mim também! Ainda continuo com os planos de fazer mestrado ano que vem, mas vamos ver o que acontece.

8. Aprendi a amar e valorizar mais meu país.

Sabe aquela máxima de que você precisa perder pra valorizar? Só saindo do Brasil é que eu aprendi que aqui é sim um lugar maravilhoso. Tem muitas coisas ruins, isso é óbvio, mas tem muitas coisas boas também, principalmente o povo brasileiro. O calor (sim!), a música, as pessoas... não há lugar melhor do que aqui!